Complexo com praia artificial e área residencial deve ser lançado em Goiânia até 2027

Guia CETUR GO 30 de março de 2026 2 min de leitura
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Projeto liderado pelo Grupo Flamboyant prevê estrutura com hotelaria, gastronomia e lazer na região da GO-020, em modelo de uso misto inspirado em tendências internacionais

Um projeto imobiliário em desenvolvimento prevê a implantação de uma praia artificial integrada a hotéis, restaurantes e área residencial em Goiânia. O complexo deve ser construído em frente ao Autódromo Internacional Ayrton Senna, na GO-020, e tem lançamento comercial estimado para 2027, embora ainda não haja previsão oficial para o início das obras.

A proposta é liderada pelo Grupo Flamboyant, que já iniciou conversas com imobiliárias para apresentação do projeto ao mercado. A iniciativa é estruturada como um master plan, modelo de planejamento urbano que integra diferentes usos — como moradia, lazer e serviços — em um mesmo empreendimento.

De acordo com informações do setor imobiliário, o complexo deve incluir uma praia artificial voltada ao lazer e à prática de surf, além de estruturas de hotelaria, gastronomia e unidades residenciais. A concepção segue tendências internacionais de empreendimentos multifuncionais voltados à experiência e ao turismo.

Segundo o corretor de imóveis Eduardo Braz, o projeto tem características semelhantes a iniciativas como a Wavegarden, modelo de praia artificial já adotado em outras regiões. “É um complexo. Vai ter a praia, hotel, restaurantes e área residencial. É um master plan”, afirmou em entrevista ao Jornal Opção.

Até o momento, não há detalhamento público sobre cronograma de obras, valores de investimento ou etapas de execução. A previsão de lançamento em 2027 circula no mercado imobiliário, mas ainda depende de definições técnicas e de licenciamento.

A área prevista para o empreendimento, na região da GO-020, tem sido alvo de valorização e expansão urbana nos últimos anos, impulsionada por projetos de grande porte e pela proximidade com equipamentos estratégicos da capital.

Fonte: Jornal Opção, por Raphael Bezerra

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